Redação Enem

Curso Redação Enem Nota 1000

O curso

Uma boa nota na Redação aumenta suas chances para conseguir vaga no Sisu, no Prouni ou no Fies. Em seguida, é preciso Dominar os Fundamentos para uma boa avaliação da sua proposta dissertativa-argumentativa. Ou seja, não basta você escrever ‘em três blocos’, como se fossem a introdução, o desenvolvimento e a conclusão.  É preciso que o texto tenha coesão e coerência na construção interna.

Conteúdo Programático

Aula 01 – Dissertação Argumentativa
Dissertação Argumentativa

Aula 02 – Composição, Coesão e Coerência Textual
Composição, Coesão e Coerência Textual

Aula 03 – Tema, Tese, Argumentação e Proposta de Intervenção
Tema, Tese, Argumentação e Proposta de Intervenção

Aula 04 – Como Construir a sua Dissertação Argumentativa
Como Construir a sua Dissertação Argumentativa

Aula 05 – Dicas Gramaticais
Dicas Gramaticais

Aula 06 – Dicas para Ter um Bom Desempenho na Redação do ENEM
Dicas para Ter um Bom Desempenho na Redação do ENEM

Aula 07 – Erros Frequentes e Temas Importantes
Erros Frequentes e Temas Importantes

Baixos índices de desistência !!!

No sistema de turmas o aluno encontra pessoas de diversos níveis, ritmos e faixas
etárias diferentes e quando um aluno não consegue acompanhar a turma ele fica
desmotivado e acaba desistindo do curso. No nosso SISTEMA o método de
ensino individual respeita o ritmo de aprendizado e assimilação de cada aluno,
e assim ele pode apresentar o conteúdo das aulas quantas vezes forem
necessárias não dependendo do professor. Se o aluno tiver alguma dúvida ele
pode retornar sozinho ao ponto que não entendeu da aula interativa sem que o
restante da classe tenha de esperar por isso, evitando assim uma situação de
constrangimento. Venha fazer o curso de CURSO REDAÇÃO ENEM NOTA 1000 na Easycomp Mangueira.

Criar um Jogo ficou mais fácil do que o esperado

Dicas: como criar um jogo

Dicas: como criar um jogo

Com a valorização cada vez maior do mercado de jogos, que inclusive supera o faturamento do mercado musical e cinematográfico, muitos têm se perguntado como entrar no ramo e se o caminho está aberto para desenvolvedores. A notícia é boa: o mercado está aquecido e felizmente conta com excelentes cursos voltados para aqueles que querem se especializar. Interessado? Então confira 5 dicas para você se tornar um programador de jogos digitais:

1ª Dica - Saiba diferenciar processos (e identificar onde você se encaixa)

Programadores de jogos fazem o jogo funcionar, lidam com a física dos objetos e como eles irão interagir um com o outro. É a camada mais profunda do processo da criação de um jogo. Se você gosta de desenhar, se interessa pela arte dos jogos, mas não tem muito jeito com a parte matemática e lógica, talvez o seu nicho seja a direção de arte. Fazer um jogo envolve várias camadas, que vão desde o desenvolvimento de roteiro à direção de arte; por isso, é necessário diferenciar em qual desses processos você se enquadra melhor antes de escolher o caminho da programação de jogos.

Conheça o curso de Programador de Jogos

2ª Dica - Programe em mais de uma plataforma

Existem jogos que são programados em C++, flash, html, entre outros; enfim, é necessário saber programar em mais de uma plataforma, o que basicamente funcionará como um treino e o ajudará com a lógica de programação. Muitos jogos divertidos foram programados em linguagens que atualmente não são tão utilizadas, mas que fizeram sucesso em sua época. Vale a pena conhecê-los.

3ª Dica - Seja autodidata

A tecnologia se transforma muito rápido, as mudanças acontecem basicamente da noite para o dia; para compreendê-las a fundo, é necessário pesquisar e testar por si mesmo. Um bom programador deve acompanhar a evolução dos processos em sua área de atuação.

Saiba mais entrando em contato pelo WhastApp

4ª Dica - Estude os jogos

Jogar um jogo por entretenimento é diferente de jogá-lo com o olhar crítico de programador. Horas de estudo serão necessárias, mas, embora pareça legal, lembre-se de que esse trabalho deverá ser feito com o intuito de aprendizado. Todos os títulos têm muito a ensinar em relação à movimentação e à interação do cenário com os personagens e os bugs (erros que por vezes acontecem nos jogos em determinada parte) podem ser excelentes oportunidades de entender quais elementos contribuíram para que eles acontecessem.

5ª Dica - Trabalhe em equipe

Não pense em um programador como uma figura solitária que fica até altas horas lidando com linhas e mais linhas de código até que o jogo seja finalizado. O programador de jogos deve interagir com profissionais de outras áreas, seja para dialogar sobre o que é possível e o que não é possível ser realizado, seja para contribuir em outros aspectos. A troca de experiência entre profissionais de diferentes setores é sempre bem-vinda para que tudo funcione da melhor maneira possível. A integração entre diferentes áreas é uma política de estúdios bem famosos, como a Blizzard Entertainment, criadora de franquias como Diablo e World of War Craft.

Você está preparado?

Agora que você já sabe algumas dicas das qualidades que um programador de jogos deve possuir, que tal começar hoje mesmo? A Easycomp Mangueira tem a dica certa para você: o curso Programador de Jogos – reúne as matérias certas para você iniciar a sua carreira como programador de jogos. Acesse o link e confira.

Curso de Programador de Jogos
3ds Max - Criação, Animação e Efeitos Especiais

3ds Max – Criação, Animação e Efeitos Especiais

3ds Max - Criação, Animação e Efeitos Especiais

3DS Max – Criação, Animação e Efeitos Especiais prepara o aluno para trabalhar com o consagrado programa de modelagem tridimensional de imagens e animações. Com abordagem ampla, o curso apresenta conceitos teóricos reforçados por exercícios práticos executados pelo aluno. A simulação de uma empresa de publicidade especializada em animação digital é o desafio prático do aluno, com o objetivo de facilitar o aprendizado.

Mercado de trabalho

O 3ds Max (anteriormente conhecido como 3D Studio Max) é um software muito utilizado em produção de filmes de animação, criação de personagens de jogos em 3D, vinhetas e comerciais para TV, maquetes eletrônicas, elementos para sites e muito mais. O curso interativo 3DS Max Criação, Animação e Efeitos Especiais é a porta de entrada para o universo 3D, preparando o aluno para futuras especializações no campo da arquitetura, do design ou do entretenimento, com grandes possibilidades de ganho.

A Oportunidade

O 3ds Max (anteriormente conhecido como 3D Studio Max) é um software muito utilizado em produção de filmes de animação, criação de personagens de jogos em 3D, vinhetas e comerciais para TV, maquetes eletrônicas, elementos para sites e muito mais. O curso interativo 3DS Max Criação, Animação e Efeitos Especiais é a porta de entrada para o universo 3D, preparando o aluno para futuras especializações no campo da arquitetura, do design ou do entretenimento, com grandes possibilidades de ganho.

Conteúdo Programático

Aula 1 : Conhecendo o 3ds Max

  • Conhecendo as Viewports e as barras de ferramentas presentes no 3ds Max 2012;
  • Aprendendo a abrir um arquivo existente no computador;
  • Entendendo como funciona as coordenadas dos eixos X, Y, Z movimentando um objeto na cena;
  • Conhecendo as ferramentas Select and Move, Zoom e Orbit Sub Object;
  • Aprendendo a trabalhar com apenas uma Viewport na tela;

Aula 2 : Começando a desenhar com o 3ds Max 2012

  • Entendendo a importância dos objetos primários;
  • Criando e apagando objetos primários do 3ds (Sphere, cube, cone, etc…);
  • Construindo um boneco de neve com os objetos primários;
  • Trabalhando com a ferramenta Select Object para duplicar e agrupar objetos;
  • Conhecendo o View Cube (orientação das vistas);

Aula 3 : Trabalhando com Texturas

  • Conhecendo a janela Slate Material Editor e o Sample Slots;
  • Trabalhando com Assign Material to Selection;
  • Usando a ferramenta Bump para deixar a coluna com relevos maiores em suas divisórias;
  • Aprendendo a aumentar e diminuir o número de repetições de Maps;

Aula 4 : Aprendendo a criar efeitos de refração e reflexão

  • Aprendendo o que é Reflexão e Refração;
  • Conhecendo todas as ferramentas que compõem o Seletor de cor;
  • Trabalhando com a opção Opacyt;
  • Conhecendo o Maps Falloff;
  • Usando a opção Refraction para dar efeitos de reflexão no objeto;
  • Adicionando o maps Raytrace para auxiliar nas características de reflexão;

Aula 5 : Transformando objetos

  • Aprendendo a carregar gabaritos na Viewport;
  • Conhecendo o modificador Edit Poly;
  • Trabalhando com os sub-objetos: Vertex e Polygons;
  • Aprendendo sobre o editor de malha Extrude;

Aula 6 : Transformando objetos (modelagem) – Parte II

  • Exercitando o trabalho com o modificador Edit Poly;
  • Revisando o subobjeto Polígono;
  • Trabalhando com a Edição da malha (Outline e Inset);

Aula 7 : Reforçando Conceitos I – Modelagem

  • Revisando a criação do objeto Cylinder;
  • Relembrando o uso do Editor de materiais;
  • Revendo o conceito de modelagem;

Aula 8 : Dando vida ao trabalho – Trabalhando com Hierarquia e Pivot Points

  • Trabalhando com a opção Pivot (Affect Pivot Only e Center to Object);
  • Conhecendo a ferramenta Select and Link;

Aula 9 : Dando vida ao trabalho II – Aplicando cinemática ao robô

  • Aprendendo sobre o que é cinemática e seus tipos: Direta e Inversa;
  • Adicionando IK Solvers;
  • Inserindo objetos Dummy;

Aula 10 : Aprendendo a aplicar múltiplos materiais a objetos e elaborando a animação do robô

  • Conhecendo e usar o material Multi/Sub-Object;
  • Aprendendo como criar ID aos subobjetos do robô;
  • Realizando a animação do robô;

Aula 11 : Trabalhando com Iluminação

  • Aplicando iluminação diurna em um cenário através da ferramenta Omni;
  • Inserindo sombra no cenário;
  • Transformando o mesmo cenário em um ambiente noturno, utilizando a ferramenta Target Spot;

Aula 12 : Reforçando Conceitos II – Elaborando o projeto de um robô androide

  • Posicionando os pontos pivôs das peças que compõem o robô;
  • Realizando a ligação de cada membro;
  • Inserindo o objeto IK para os braços e pernas;
  • Adicionando Dummys e ligando-os as objetos responsáveis pelos movimentos do androide;
  • Realizando a animação da caminhada do robô no cenário;
  • Adicionando som na linha do tempo;
  • Criando a iluminação do ambiente para simular o pôr-do-sol mostrado na imagem de fundo;

Aula 13 : Interagindo objetos 3D com imagens

  • Criando uma Camera Match;
  • Importando um Objeto;
  • Entendendo e aplicando o material Matte/Shadow;

Aula 14 : Movimentos Humanos – Parte I: Elaborando o salto mortal

  • Inserindo o objeto Biped;
  • Aplicando os movimentos através da guia Motion;
  • Conhecendo o botão Footstep Mode (Walk, Run e Jump);
  • Trabalhando com as propriedades Airborne e 2 Feet Down;
  • Utilizando o botão Symmetrical;
  • Usando a opção Bend Links Mode;
  • Conhecendo o botão Body Rotation;

Aula 15 : Movimentos Humanos – Parte 2: Preparando a estrutura do Mascote

  • Trabalhando com as propriedades Freeze, Hide e See-Throught;
  • Conhecendo o modo Figure Mode;
  • Aprendendo a salvar a figura da estrutura do Biped;

Aula 16 : Movimentos Humanos – Parte 3: Aprendendo a vincular à malha do Mascote

  • Relembrando as propriedades See-Through e Hide;
  • Revendo o botão Figure Mode ativo;
  • Aprendendo a usar o modificador Physique e seu sub-objeto na malha;

Aula 17 : Movimentos Humanos – Parte 4: Trabalhando no cenário e aprendendo a mudar as expressões do Mascote

  • Importando o mascote no cenário;
  • Aprendendo a unir a cauda da raposa à estrutura da malha;
  • Trazendo o movimento do salto ao mascote e posicionando os passos na trave olímpica;

Aula 18 : Movimentos Humanos – Final: Dirigindo as cenas do salto através de câmeras

  • Aprendendo usar a câmera Target;
  • Conhecendo as lentes Grandes-Angulares e Teleobjetivas;
  • Conhecendo as filmagens: Close-up, Superclose e Plano de Detalhe;
  • Utilizando o recurso Show Safe Frames;
  • Transformando a animação em vídeo através do Render Setup;
  • Aprendendo a usar as ferramentas Truck Camera, Orbit Camera e Dolly Camera;

Aula 19 : Reforçando Conceitos III – Parte 1: Preparando a estrutura da malha

  • Deixando a malha do urso transparente e protegida;
  • Inserindo o objeto Biped e moldá-lo com a malha.

Aula 20 : Reforçando Conceitos III – Parte 2: Preparando as cenas do vídeo

  • Adicionando um conjunto de pegadas da caminhada;
  • Configurando a quantidade de frames da animação;
  • Trabalhando com o modificador de expressões;
  • Criando a filmagem da Cena1;

Aula 21 : Trabalhando com o efeito fogo

Conhecendo a subcategoria Atmospheric Apparatus;

Aprendendo e criar o efeito Fire Effect;

Aula 22 : Criando um efeito de fumaça

  • Criando um sistema de partículas utilizando a opção Super Spray;
  • Usando a opção Mesh para converter o a sistema em um objeto de malha;
  • Conhecendo o painel Particle Generation utilizando diversas propriedades do mesmo;
  • Criando um material para dar a forma de fumaça ao sistema, entendendo como a opção Gradient;
  • Parameters funciona;
  • Aumentando a complexidade e detalhe do material utilizando as opções da guia Noise;

Aula 23 : Trabalhando com animações e efeitos

  • Conhecendo a categoria Deflectors;
  • Utilizando a categoria Forces;

Aula 24 : Reforçando Conceitos IV – Ônibus espacial após seu lançamento

  • Criando Gizmos com efeito de fogo;
  • Criando um sistema de partículas com o Super Spray;
  • Elaborando a textura da fumaça;

Aula 25 : Criando Efeitos de atmosfera a partir de Eventos

  • Conhecer e utilizar a janela Video Post;
  • Conhecer o efeito Lens Effects Flare;
  • Aprender a configurar as propriedades dos subefeitos: Prefs, Glow,M Sec, Rays, e Inferno;

Aula 26 : Trabalhando com efeitos especiais

  • Conhecendo a subcategoria Geometric/Deformable;
  • Criando e configurando os parâmetros do deformador Bomb;
  • Aprendendo a criar e modificar os parâmetros do efeito de partículas Parray;
  • Conhecendo a subcategoria Extended Primitives e aprendendo como aplicar e modificar os parâmetros do objeto RingWave;

Aula 27 : Aplicando texturas usando a ferramenta Unwrap UVW

  • Trabalhando com o modificador Unwarp UVW;
  • Conhecendo a janela Edit UVWs;
  • Entendendo o menu Mapping;
  • Utilizando a ferramenta Select by Element UV Toggle;
  • Criando um mapa do objeto e trabalhando sobre ele num programa de edição de imagens;

Aula 28 : Aprendendo a criar grama

  • Aprendendo a usar o modificador Hair and Fur (WSM) e seus painéis;
  • Adicionando dois objetos de luzes e aplicar sombreamento;
  • Aprendendo a salvar a imagem da renderização;

Aula 29 : Decorando e iluminando um ambiente com mais realismo

  • Aprender sobre o renderizador Mental Ray;
  • Conhecer as luzes fotométricas;

Aula 30 : Reforçando Conceitos V – Criando uma Área de Lazer

  • Relembrar a utilização de Unwrap UVW;
  • Fazer uso do renderizador Mental Ray;
  • Atribuir texturas do tipo Autodesk Water e Arch & Design à objetos da cena;
  • Revisar o objeto Daylight;
  • Praticar a utilização dos modificador Hair and Fur e Bomb;
  • Rever a aplicação de um sistema de partículas do tipo Parray;
  • Gerar efeitos de ondulação por meio de Ring Wave;
  • Inserir efeitos do tipo Lens Effects Glow e Lens Effects Flare;
  • Criar um vídeo da cena;

Aula 31 : Projeto final Parte I

  • Construir uma animação utilizando conceitos vistos até o momento;
  • Conhecer as principais técnicas de animação;

Aula 32 : Projeto final Parte II

  • Adicionar uma câmera Target na cena;
  • Finalizar a animação do pinguim;
  • Criar um texto introdutório animado para o vídeo;

Baixos índices de desistência

No sistema de turmas o aluno encontra pessoas de diversos níveis, ritmos e faixas etárias diferentes. E quando um aluno não consegue acompanhar a turma ele fica desmotivado e acaba desistindo do curso. No nosso SISTEMA o método de ensino individual respeita o ritmo de aprendizado e assimilação de cada aluno. E assim ele pode apresentar o conteúdo das aulas quantas vezes forem necessárias não dependendo do professor. Se o aluno tiver alguma dúvida ele pode retornar sozinho ao ponto que não entendeu da aula interativa sem que o restante da classe tenha de esperar, por isso. Evitando assim uma situação de constrangimento, venha fazer um curso de 3ds Max – Criação, Animação e Efeitos Especiais na Easycomp Mangueira.

Montagem e Manutenção de Computadores

Montagem e Manutenção de Computadores com Rede

Montagem e Manutenção de Computadores

Com detalhes sobre os componentes essenciais para o funcionamento de um computador, o curso Montagem e Manutenção de Computadores também mostra como trabalhar com os principais sistemas operacionais e aborda assuntos como particionamento e virtualização, soluções corporativas e manutenção avançada. Com os principais componentes do computador reproduzidos em 3D, o curso permite que o aluno conheça-os mais detalhadamente. Em “É Hora de Recordar!”, o aluno pode praticar o conteúdo, como se estivesse trabalhando em uma bancada.

Mercado de trabalho

Segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas, há 99 milhões de computadores domésticos e corporativos em uso no Brasil, o dobro do que exista há quatro anos. O percentual de computadores por habitante no país, que é de aproximadamente 51%, que representa um computador para cada dois habitantes, enquanto a média mundial é de 42%. Em poucos anos, essa relação será de um computador para cada habitante. Com isso aumentam consequentemente as possibilidades de mercado para o profissional da área de montagem e manutenção de computadores, seja em empresas ou residências.

Conteúdo do Curso

O combo montagem e manutenção de computadores é formado por 4 módulos, voltados para levar você do nível iniciante ao avançado. Veja os módulos a seguir:

Baixos índices de desistência !!!

No sistema de turmas o aluno encontra pessoas de diversos níveis, ritmos e faixas etárias diferentes e quando um aluno não consegue acompanhar a turma ele fica desmotivado e acaba desistindo do curso. No nosso SISTEMA o método de ensino individual respeita o ritmo de aprendizado e assimilação de cada aluno, e assim ele pode apresentar o conteúdo das aulas quantas vezes forem necessárias não dependendo do professor. Se o aluno tiver alguma dúvida ele pode retornar sozinho ao ponto que não entendeu da aula interativa sem que o restante da classe tenha de esperar por isso, evitando assim uma situação de constrangimento. Venha fazer o curso de montagem e manutenção de computadores na Easycomp Mangueira.

Módulo - Montagem e Manutenção de Computadores

Montagem e Manutenção de Computadores

Montagem e Manutenção de Computadores

Público alvo pode ser desde o profissional prestador de serviços, como funcionários de carreira em geral. Aproveite mais esta oportunidade de mercado e ofereça mais um curso profissionalizante que certamente será um sucesso!

Conteúdo Programático

Aula 1 : Introdução

  • Apresentação do Curso;
  • Mercado de Trabalho e Perfil Profissional;
  • Hardware e Software
  • Processador
  • Memória
  • Hard Disk (HD)
  • Placa-Mãe
  • Placa de Vídeo
  • Fonte de Alimentação

Aula 2 : Energia Elétrica e Fontes de Alimentação

  • Energia elétrica;Fontes de Alimentação
  • Fonte de Alimentação AT
  • Fonte de Alimentação ATXMultímetro
  • Como Verificar a Tensão da Tomada
  • Como Verificar a Tensão da Fonte
  • Soluções de Problemas (Apostila);

Aula 3 : A Placa-MãePlaca-mãe

  • Componentes da Placa-MãePlaca-Mãe ON-Board e Placa-Mãe OFF-Board;
  • Chipset
  • Chipset Ponte Sul
  • Chipset Ponte Norte
  • Fixando a Placa-Mãe (Apostila);
  • Problemas Relacionados à Placa-Mãe (Apostila);

Aula 4 : O Processador

  • Processador
  • Pino 1
  • Classificação dos Processadores;
  • Funcionamento dos Processadores
  • Mecanismo de Resfriamento
  • Instalação do Processador (Apostila);
  • Problemas Relacionados ao Processador (Apostila);
  • Retirando o Processador e o Cooler (Apostila);

Aula 5 : A Memória

  • Memórias RAM e ROM;
  • Os Diferentes Pentes de Memória
  • Memória DIP
  • Memória SIMM
  • Memória DIMM
  • Evolução Histórica das Memórias
  • Módulo e Slot DDR
  • Módulo e Slot DDR2
  • Módulo e Slot DDR3
  • Como Manusear o Módulo de Memória (Apostila);
  • Instalando os Módulos de Memória (Apostila);
  • Problemas Relacionados a Memórias (Apostila);

Aula 6 : Placas de Vídeo

  • Placa de Vídeo e Resoluções
  • Padrão MDA
  • Padrão CGA
  • Padrão VGA
  • Padrão SVGA
  • Placas de Vídeo 3D;
  • Tipos de Barramento
  • Barramento PCI
  • Barramento AGP
  • Barramento PCI–EXPRESS
  • Como Remover as Placas de Vídeo (Apostila);

Aula 7 : Placa de Som, Rede e Modem

  • Placa de Som
  • Características
  • Funcionamento
  • Estrutura
  • Instalação da Placa de Som (Apostila);
  • Placa de Rede
  • Características
  • Tipos de Placa de Rede
  • Instalação da Placa de Rede (Apostila);
  • Placa de Fax Modem
  • Características
  • Modelos de Modem
  • Instalação e Configuração do Modem ADSL (Apostila);

Aula 8 : Unidades de Armazenamento

  • Unidades de Armazenamento Magnéticas
  • Hard Disk (HD)
  • HD IDE
  • HD SATA I
  • HD SATA II
  • HD SAS
  • Instalação do HD IDE (Apostila);
  • Instalação do HD SATA e SAS (Apostila)
  • Unidades de Armazenamento Ópticas
  • CD
  • DVD
  • Tipos de Drives
  • Drives IDE e Drives SATA
  • Blu-Ray
  • Tipos de Blu-Ray
  • Instalação do Drive de CD/DVD/Blu-Ray IDE (Apostila);
  • Instalação do Drive de CD/DVD/Blu-Ray SATA (Apostila);
  • Unidades de Armazenamento de Memória Flash
  • Pen drive
  • Cartão de Memória
  • Instalação do Leitor de Cartão de Memória (Apostila);

Aula 9 : Confirme seu Aprendizado

  • Avaliações sobre o conteúdo das aulas anteriores;

Aula 10 : Instalação de Sistemas Operacionais

  • Sequência de BOOT;
  • Entrando no Setup;
  • Alterando a Sequência do BOOT;
  • Instalação do Sistema Operacional UBUNTU;
  • Restauração do Sistema;
  • Instalação do Sistema Operacional Windows XP;

Aula 11 : Instalação do Sistema Operacional Windows 7

  • Sequência de BOOT;
  • Entrando no Setup;
  • Alterando a Sequência do BOOT;
  • Instalação do Sistema Operacional Windows 7;
  • Particionamento do HD;
  • Formatação do HD;
  • Restauração do Sistema;

Aula 12 : Drivers e Configurações de Hardware

  • Drivers;
  • Instalação de Drivers;
  • Diagnóstico de Hardware;
  • Backup e Restauração de Drivers;

Aula 13 : Particionamento de Virtualização

  • Particionamento
  • Pelo próprio Windows
  • Através de Ferramentas Complementares
  • Sistema de Arquivos
  • NTFS
  • Como Formatar o Computador Sem Perder Arquivos Importantes;
  • Virtualização;

Aula 14 : Salvando Arquivos Através do Backup

  • Backup;
  • Ferramentas de Backup
  • Backup Completo
  • Backup Diferencial
  • Clonagem do HD;
  • Ferramentas de Clonagem (Ambiente Corporativo);

Aula 15 : Manutenção Avançada

  • Definição de Vírus;
  • Trabalhando com Antivírus
  • Norton Antivírus
  • Avast Antivírus
  • Limpeza dos Componentes do Computador
  • Componentes Internos
  • Componentes Externos

Aula 16 : Confirme Seu Aprendizado

  • Avaliações sobre o conteúdo das aulas anteriores.

Baixos índices de desistência

No sistema de turmas o aluno encontra pessoas de diversos níveis, ritmos e faixas etárias diferentes e quando um aluno não consegue acompanhar a turma ele fica desmotivado e acaba desistindo do curso. No nosso SISTEMA o método de ensino individual respeita o ritmo de aprendizado e assimilação de cada aluno. E assim ele pode apresentar o conteúdo das aulas quantas vezes forem necessárias não dependendo do professor. Se o aluno tiver alguma dúvida ele pode retornar sozinho ao ponto que não entendeu da aula interativa sem que o restante da classe tenha de esperar. Por isso, evitando assim uma situação de constrangimento. Venha fazer um curso de Montagem e Manutenção de Computadores na Easycomp Mangueira.

Redes - Tecnologias Wireless

Redes – Tecnologias Wireless

Redes - Tecnologias Wireless

Redes – Tecnologias Wireless é um curso aumentará as chances dos alunos atuarem como profissionais que trabalham com redes de computadores. Por meio dele, o estudante terá um panorama geral para planejar e analisar a infraestrutura e a organização de redes sem fio.

O objetivo é introduzi-lo no universo das redes de computadores por intermédio de explicações conceituais da área, pelas quais o aluno conhecerá os tipos de redes Wireless, entenderá a diferença entre Wi-Fi e Wireless, aprenderá a configurar roteadores e conhecerá suas limitações, bem como compreenderá os padrões de transmissão, barreiras que podem interferir no sinal e muitos outros assuntos.

Na parte final do estudo, o aluno será desafiado a demonstrar todo o conhecimento adquirido.

Mercado de trabalho

Atualmente, a comunicação é algo vital e, de uma forma ou de outra, todos os tipos digitais acabam passando por uma rede, seja ela de grande ou pequeno porte. Então, se pensarmos logicamente, há grandes chances de ela passar por uma rede que utiliza tecnologia Wireless. Portanto, dominar os principais assuntos para buscar a solução de problemas é um diferencial competitivo fundamental para quem planeja fazer parte deste universo.

A Oportunidade

É evidente que vivemos na era da informação, onde tudo e todos estão conectados, trocando informações entre si constantemente. Muitos negócios são fechados usando a comunicação digital, departamentos de empresas são controlados, organizados e aumentam a produtividade usando a internet e, mesmo quando ela não é utilizada, grande parte de sua comunicação é feita por rede sem fio. Entretanto, não é somente o mercado corporativo que faz uso dessas redes; ela também está presente em muitos lares. Devido a esses fatores, o curso Redes – Tecnologias Wireless é mais do que recomendado para quem quer entrar nessa área, já que possui um conteúdo que tornará possível inseri-los em um mercado de trabalho bastante promissor.

Conteúdo Programático

Aula 01 – Conceitos iniciais

  • Apresentação do curso
  • Conceitos iniciais – Parte I
  • WLAN;
  • WMAN;
  • Hostspot;
  • Wi-Fi ou Wireless?
  • Equipamentos de uma rede Wi-Fi
  • Componente de uma WLAN:
  • Placa de rede;
  • Roteador;
  • Access Point.
  • Desafio I = Reforçando conceitos importantes.

Aula 02 – Configurando roteadores Wireless

  • Configurando roteadores Wireless – Parte I
  • Configuração do roteador:
  • Acesso pelo IP;
  • Tipo de conexão WAN (relembrar):
  • Lembrar do tipo de conexão (IP Dinâmico e PPPoE);
  • Alterar IP do roteador.
  • Configurando roteadores Wireless – Parte II
  • Configuração Wireless:
  • Wireless network Name (SSID);
  • Região;
  • Modo e Canal (superficialmente, pois estudaremos com mais detalhes depois);
  • Importância de habilitar ou não a opção Enable SSID Broadcast;
  • Conectar um dispositivo ao roteador.
  • Configurando roteadores Wireless – Parte III
  • Segurança Wireless:
  • Tipos de criptografia:
  • WEP;
  • WPA;
  • WPA2;
  • Configurar cada uma com suas particularidades;
  • Manter a WPA2 e conectar um dispositivo ao computador.
  • Desafio II = Configuração de roteadores.

Aula 03 – Entendendo sobre modos de transmissão e alcance dos roteadores

  • Entendendo melhor os modos de transmissão
  • Velocidade de transmissão;
  • ]Quem define a velocidade de transmissão?
  • Modos de transmissão:
  • 802.11b;
  • 802.11a;
  • 802.11g;
  • 802.11n;
  • 802.11ac;
  • Modo misto.
  • Entendendo melhor o alcance dos roteadores
  • Alcance:
  • Quanto mais antenas, melhor?
  • O que é dBi?
  • O que acontece com o roteador com 2 ou 3 antenas:
  • A quantidade de DBI de cada uma é somada?
  • A transmissão é dividida?
  • Aprendendo a escolher o roteador ideal
  • Escolha do roteador:
  • De acordo com a velocidade;
  • De acordo com o alcance.
  • Desafio III = Escolhendo o roteador ideal e configurando a rede Wireless.

Aula 04 – Analisando o ambiente para evitar barreiras próximas ao roteador

  • Análise do ambiente
  • O que pode atrapalhar a vida do sinal Wi-Fi:
  • Barreiras;
  • Objetos que atrapalham;
  • Quantidade de dispositivos conectados;
  • O que pode ajudar a vida do sinal Wi-Fi:
  • Posicionamento.
  • Barreiras invisíveis
  • O que pode atrapalhar a vida do sinal Wi-Fi:
  • Aparelhos que atuam na mesma frequência;
  • A escolha do canal correto pode ajudar;
  • Roteadores dual band (2,4Ghz e 5Ghz).
  • Barreiras invisíveis – Parte II
  • Escolhendo o canal apropriado:
  • Análise dos canais mais usados no ambiente:
  • inSSIDer;
  • Sobreposição de canais.
  • Desafio IV = Roteador livre de barreiras.

Aula 05 – Infraestrutura de rede com pontos de acesso Wireless

  • Infraestrutura de rede com pontos de acesso Wireless – Parte I
  • Aplicando access points numa rede existente:
  • Criar pontos de acesso (access point);
  • Definição do IP de cada um dentro da rede existente;
  • Configuração;
  • Aplicar filtro por MAC.
  • Infraestrutura de rede com pontos de acesso Wireless – Parte II
  • Escolhendo o melhor canal para os pontos de acesso:
  • Analise do ambiente;
  • Análise dos canais 1, 6 e 11.
  • Infraestrutura de rede com pontos de acesso Wireless – Parte III
  • Configurando repetidores:
  • Função WDS;
  • Configuração de WDS.
  • Desafio IV = Análise do ambiente e implementação de repetidores.

Aula 06 – Rede Wireless entre edifícios

  • Rede Wireless entre edifícios – Parte I
  • Como criar uma rede Wireless de longo alcance:
  • Vantagens e desvantagens;
  • Detalhes de uma WMAN.
  • Rede Wireless entre edifícios – Parte II
  • Equipamentos de uma WMAN:
  • Antenas externas:
  • Antenas direcionais;
  • Antenas omnidirecionais;
  • Access point.
  • Rede Wireless entre edifícios – Parte III
  • Configurando uma rede Wireless externa:
  • Análise do ambiente;
  • Definindo o projeto;
  • Considerações sobre o equipamento;
  • Modos de operação da rede (Gateway, Cliente e Bridge).
  • Desafio VI = Criando uma rede Wireless externa ponto a ponto

Aula 07 – Rede Wireless direcional de longo alcance

  • Rede Wireless direcional de longo alcance – Parte I
  • Configurando uma rede Wireless externa – Provedor:
  • Escolhendo os equipamentos:
  • Antena apropriada;
  • Roteador (placa PCBA);
  • Caixa hermética;
  • Pigtail;
  • Montagem dos equipamentos.
  • UA 26 – Rede Wireless direcional de longo alcance – Parte II
  • Configurando uma rede Wireless externa – Provedor:
  • Configuração dos equipamentos;
  • Teste da rede.
  • UA 27 – Rede Wireless direcional de longo alcance – Parte III
  • Configurando uma rede Wireless externa – Cliente:
  • Equipamentos necessários;
  • Montagem dos equipamentos;
  • Configuração do roteador como cliente;
  • Reforçando a segurança
  • Rede Wireless direcional de longo alcance – Multiponto
  • Configurando uma rede Wireless externa multiponto:
  • Equipamentos necessários;
  • Montagem dos equipamentos;
  • Configuração.

Aula 08 – Desafio – Rede Wireless direcional de longo alcance – Provedor, cliente e repetidores

Desafio VII = Rede Wireless direcional de longo alcance – Ponto a ponto – Provedor.

Desafio VIII = Rede Wireless direcional de longo alcance – Ponto a ponto – Cliente.

Desafio IX = Adicionando acessos Wireless dentro dos prédios, repetindo os sinais.

Baixos índices de desistência

No sistema de turmas o aluno encontra pessoas de diversos níveis, ritmos e faixas etárias diferentes e quando um aluno não consegue acompanhar a turma ele fica desmotivado e acaba desistindo do curso. No nosso SISTEMA o método de ensino individual respeita o ritmo de aprendizado e assimilação de cada aluno. E assim ele pode apresentar o conteúdo das aulas quantas vezes forem necessárias não dependendo do professor. Se o aluno tiver alguma dúvida ele pode retornar sozinho ao ponto que não entendeu da aula interativa sem que o restante da classe tenha de esperar. Por isso, evitando assim uma situação de constrangimento. Venha fazer um curso de Redes – Tecnologias Wireless na Easycomp Mangueira.

Redes - Lógica e Estruturação

Redes – Lógica e Estruturação

Redes - Lógica e Estruturação

Redes – Lógica e Estruturação é um curso foca principalmente na distribuição de IPs levando em conta o tamanho da rede, para assim definirmos a máscara de rede mais apropriada e sua separação em sub-redes. Estudos de casos serão propostos para o aluno, desde a implementação lógica de uma rede para uma pequena empresa, até a distribuição de endereços lógicos de uma grande operadora de telecomunicações.

Características: Aulas práticas, que introduzem o conceito e já mostram sua aplicação imediata, visando uma absorção do assunto mais eficiente. Além disso, ao final de cada etapa, alguns desafios são lançados, de modo que o aluno consiga implementar seus conhecimentos em tarefas do dia a dia de um profissional de redes.

Temas das Aulas: as aulas abordam estudos de casos que inserem o aluno em situações corriqueiras do dia a dia de um profissional de redes, como por exemplo, a criação de sub-redes para uma empresa ou prédio comercial, bem como conceitos importantes deste meio, com destaque para a implementação de redes utilizando IPv6, interpretação de números binários e hexadecimais e uso consciente de máscaras de rede.

Conteúdo Programático

Aula 01

  • Apresentação do curso;
  • Ethernet;
  • 10BASE-T;
  • Outros (10BASE-2, 10BASE-5, 10BASE-F);
  • Fast Ethernet;
  • 100BASE-TX;
  • Outros (100BASE-FX, 100BASE-T4);
  • Ethernet;
  • Gigabit Ethernet;
  • 1000BASE-T;
  • Outros (1000BASE-LX, 1000BASE-SX, 1000BASE-CX);
  • 10 Gb Ethernet;
  • 10GBASE-LR;
  • 10GBASE-ER;
  • 10GBASE-ZR;
  • 10GBASE-LRM;
  • Arquiteturas de rede;
  • Token Ring;
  • FDDI (Fibra óptica);

Aula 02

  • Modelo de referência OSI;
  • Explicação simplificada;
  • Física, Enlace, Rede, Transporte, Sessão, Apresentação, Aplicação;
  • Entendendo o protocolo TCP/IP
  • Modelo TCP-IP;
  • Compreensão da função de cada camada do modelo TCP/IP;
  • Aplicação;
  • HTTP, SMTP, FTP, Outros;
  • Transporte;
  • TCP, UDP;
  • Internet;
  • IP, ICMP, ARP;
  • Interface;
  • Ethernet, Token Ring, FDDI, Outros;
  • Compreensão do protocolo UDP;
  • Portas TCP e portas UDP;
  • Explicação sobre portas;
  • Desafios práticos sobre o conteúdo da aula toda.

Aula 03

  • Descrição do protocolo IPv4;
  • Descrição do IP;
  • Entendendo a numeração binária;
  • Descrição de números na base decimal e na base binária;
  • Conversão de números da base decimal para a base binária;
  • Conversão de números da base binária para a base decimal;
  • Aprendendo a classificação de endereços IPv4;
  • Classes de endereço IPv4;
  • Classes A, B e C;
  • Ips reservados;
  • Redes privadas;
  • Desafios práticos sobre o conteúdo da aula toda.

Aula 04

  • Máscara de rede;
  • Descrição e função da máscara de rede;
  • Descrição e função de Endereço de Host, Endereço de Rede e Endereço de Broadcast;
  • Endereçamento de rede;
  • Descrição, função e cálculo de sub-redes de Classe C;
  • Endereçamento de rede;
  • Reforço para o aluno identificar sub-redes de uma rede Classe C;
  • Desafios práticos sobre o conteúdo da aula toda.

Aula 05

  • Criar uma sub-rede com máscara \25;
  • Atribuir Ips e testar comunicação entre os hosts e entre as sub-redes.
  • Criar uma sub-rede com máscara \26;
  • Atribuir Ips e testar comunicação entre os hosts e entre as sub-redes.
  • Desafios práticos sobre o conteúdo da aula toda.

Aula 06

  • Endereçamento de rede;
  • Descrição, função e cálculo de sub-redes de Classe B;
  • Endereçamento de rede;
  • Reforço para o aluno identificar sub-redes de uma rede Classe B;
  • Criar uma sub-rede com máscara \23;
  • Atribuir Ips e testar comunicação entre os hosts e entre as sub-redes.
  • Desafios práticos sobre o conteúdo da aula toda.

Aula 07

  • Endereçamento de rede;
  • Descrição, função e cálculo de sub-redes de Classe A;
  • Endereçamento de rede;
  • Reforço para o aluno identificar sub-redes de uma rede Classe A;
  • Criar uma sub-rede com máscara \9;
  • Atribuir Ips e testar comunicação entre os hosts e entre as sub-redes.
  • Desafios práticos sobre o conteúdo da aula toda.

Aula 08

  • Identificando tipo de conexão com a internet;
  • Tipos de conexão;
  • PPPoE (Modem aDSL);
  • IP Dinâmico (Cabo);
  • Explicação sobre NAT;
  • Gateway
  • Identificando tipo de conexão com a internet;
  • Discagem por modem;
  • Configurar porta Wan do Switch como PPPoE;
  • Configurar rede;
  • Identificando tipo de conexão com a internet;
  • Discagem por modem;
  • Configurar porta Wan do Switch como IP Dinâmico;
  • Configurar rede;
  • Desafios práticos sobre o conteúdo da aula toda.

Aula 09

  • O que é DHCP;
  • Configurando servidor DHCP;
  • Definindo faixa de Ips (Início e Fim);
  • Configurar rede;
  • O que é endereço MAC;
  • Encontrando o endereço MAC;
  • Reservar IP pelo endereço MAC do dispositivo;
  • Configurar rede;
  • Desafios práticos sobre o conteúdo da aula toda.

Aula 10

  • O que é?
  • Qual a Maior Diferença entre o IPv4 e o IPv6?
  • Recursos e Serviços do IPv6;
  • Escrevendo e Interpretando Endereços IPv6;
  • Formação do endereço;
  • Definição dos blocos;
  • Modo de omitir zeros;
  • Visão geral do número hexadecimal;
  • Grandeza do endereço de 128bits;
  • Relação entre binário e hexadecimal;
  • Desafios práticos sobre o conteúdo da aula toda.

Aula 11

  • Planejando a Rede – Sub-redes com IPv6;
  • Cálculo de redes e hosts;
  • Reforço sobre cálculo de sub-redes usando IPv6
  • Desafios práticos sobre o conteúdo da aula toda.

Aula 12

  • Determinada empresa recebeu um bloco de endereços IPv6 e irá reconfigurar sua rede com base nesses novos endereços. Eles possuem 1 matriz e quatro filiais espalhadas pelo estado e sua tarefa será dividir o bloco de endereços recebidos em quatro, criando as sub-redes para a matriz e filiais.
  • Determinada empresa recebeu um bloco de endereços IPv6 e irá reconfigurar sua rede com base nesses novos endereços. Eles possuem 1 matriz e seis filiais espalhadas pelo estado e sua tarefa será dividir o bloco de endereços recebidos em sete, criando as sub-redes para a matriz e filiais. No entanto, aqui teremos de dividir em 8 e deixar uma sobrando.
  • Determinada empresa provedora deve distribuir endereços para 16 cidades de sua região. Cada uma delas terá uma sub-rede de um bloco IPv6 que ela detém. Seu trabalho será criar essa divisão de 16 blocos de endereços e distribuir entre os hosts.

Baixos índices de desistência

No sistema de turmas o aluno encontra pessoas de diversos níveis, ritmos e faixas etárias diferentes e quando um aluno não consegue acompanhar a turma ele fica desmotivado e acaba desistindo do curso. No nosso SISTEMA o método de ensino individual respeita o ritmo de aprendizado e assimilação de cada aluno. E assim ele pode apresentar o conteúdo das aulas quantas vezes forem necessárias não dependendo do professor. Se o aluno tiver alguma dúvida ele pode retornar sozinho ao ponto que não entendeu da aula interativa sem que o restante da classe tenha de esperar. Por isso, evitando assim uma situação de constrangimento. Venha fazer um curso de Redes – Lógica e Estruturação na Easycomp Mangueira.

Redes - Cabeamento e Infraestrutura

Redes – Cabeamento e Infraestrutura

Redes - Cabeamento e Infraestrutura

Redes – Cabeamento e Infraestrutura é um curso que mostrará aos alunos o fantástico universo de um dos recursos tecnológicos mais usados no mundo conectado em que vivemos.

Através dele, o aluno entenderá o conceito existente por trás de toda a comunicação que há no nosso mundo globalizado, tendo uma visão geral sobre a comunicação digital por meio de explicações práticas, focando principalmente na montagem e estruturação de uma rede cabeada, desde a escolha do cabo mais apropriado a sua construção, onde vale destacar os cabos UTP e de fibra óptica, passando pela montagem de tomadas Keystone Jack e Patch Panels, até a mensuração dos equipamentos ativos, como switches e roteadores.

E após passar por esta etapa inicial, o curso aborda também a implementação das normas relacionadas ao cabeamento estruturado, como definição de salas de equipamentos e cabeamentos primários, bem como todos os subsistemas que envolvem esse conceito, finalizando na construção da área de trabalho do usuário, garantindo o potencial máximo da rede.

Mercado de trabalho

É evidente que vivemos na era da informação, em que tudo e todos estão conectados, trocando informações entre si a todo momento. Um dos conceitos por trás disso são as redes e toda sua infraestrutura. Com o intuito de despertar o interesse por estas soluções e evidenciar a grandeza deste mercado, não deixe de fazer o curso de Redes – Cabeamento e Infraestrutura, e ser inserindo num mercado de trabalho bastante promissor.

A Oportunidade

A utilização de estruturas de rede, hoje em dia, é unanimidade em todos os setores do mercado, como comércio, indústria e até mesmo nos domicílios, mostrando a enorme necessidade de profissionais para o setor. Portanto, dominar um dos mais respeitados conceitos tecnológicos da atualidade torna-se um diferencial competitivo, fundamental para quem planeja fazer parte deste universo.

Conteúdo Programático

Aula 01 – Conceitos iniciais.

  • Apresentação do curso
  • Conceitos iniciais – Parte I
  • Definição de rede de computadores
  • O que é
  • Motivação inicial
  • Classificação das redes de computadores
  • Classificação das redes de computadores
  • LAN
  • MAN
  • WAN
  • Estrutura de uma rede
  • Topologias físicas de rede
  • Ponto a ponto
  • Barramento
  • Anel
  • Estrela
  • Árvore

Aula 02 – Estrutura física de uma rede cabeada – Cabos.

  • Estrutura física de uma rede cabeada – Parte I
  • Apresentação breve dos hardwares de rede
  • Placa de rede;
  • HUB;
  • Switch;
  • Roteador;
  • Patch Panel;
  • Estrutura física de uma rede cabeada – Cabos Parte I.
  • Estrutura física de uma rede;
  • Cabos UTP;
  • CAT5;
  • Características;
  • CAT5e;
  • Características;
  • Estrutura física de uma rede cabeada – Cabos Parte II.
  • Estrutura física de uma rede;
  • Cabos UTP;
  • CAT6;
  • CAT6a;
  • CAT7;
  • Desafio I – Topologias e cabeamento.

Aula 03 – Estrutura física de uma rede cabeada – Conectores e ferramentas.

  • Estrutura física de uma rede cabeada – Conectores.
  • Conectores;
  • RJ45;
  • TERA;
  • GG45;
  • Tomadas (RJ45 Jack – Keystone);
  • Estrutura física de uma rede cabeada – Blindagem
  • Cabos blindados;
  • FTP;
  • STP;
  • Ferramentas de uma rede cabeada – Ferramentas.
  • Alicates;
  • Crimpagem;
  • Punch Down;
  • Decapamento;
  • Testador de cabos;
  • Testador de cabo (Test Cable);
  • Desafio II – A escolha da ferramenta.

Aula 04 – Construindo um cabo de rede.

  • Construindo um cabo de rede – Parte I.
  • Desenvolvendo a estrutura física de uma rede;
  • Construindo um cabo de rede;
  • Padrões T568A e T568B;
  • Construindo um cabo de rede – Parte II.
  • Crimpando um cabo Cat5e;
  • Cabo direto padrão T568A;
  • Testando;
  • Construindo um cabo de rede – Parte III.
  • Crimpando um cabo Cat5e;
  • Cabo direto padrão T568B;
  • Testando;
  • Cabo Crossover;
  • Testando;
  • Desafio III – Construindo o cabo de rede.

Aula 05 – Construindo um conector Jack e um Patch Panel.

  • Construindo um cabo de rede – Parte IV.
  • Crimpando um cabo Cat6 e Cat6a;
  • Cabo direto padrão T568A e T568B;
  • Construindo o conector JACK.
  • Crimpando um conector Jack;
  • Padrão T568A e T568B;
  • Alicate Punch Down;
  • Crimpando um Patch Panel.
  • Crimpando um Patch Panel;
  • Padrão T568A e T568B;
  • Desafio IV – Construindo um Patch Panel.

Aula 06 – Fibra óptica.

  • Cabo ótico – Fibra ótica.
  • O que é?
  • Vantagens;
  • Onde usar?
  • Tipos de cabo ótico – Monomodo.
  • Fibras Monomodo;
  • Característica;
  • Fibras Multimodo;
  • Característica;
  • Conectorização.
  • Diferentes conectores;
  • Processo de conectorização;
  • Emendas;
  • Equipamentos conversores;

Aula 07 – Montando um cabo de Fibra Óptica.

  • Decapagem e limpeza.
  • Remoção do revestimento externo;
  • Remoção da casca acrílica;
  • Limpeza da fibra;
  • Conector, clivagem e polimento.
  • Inserir o conector;
  • Colagem;
  • Clivagem;
  • Polimento;
  • Lixas;
  • Movimentos corretos;
  • Uso do microscópio;
  • Emendas e fusão.
  • Ferramentas para emendas e fusão;
  • Emenda mecânica;
  • Fusão;
  •  Desafio V – Conectorização de fibra ótica.

Aula 08 – Cabeamento estruturado e seus subsistemas – Parte I.

  • Cabeamento estruturado.
  • O que é?
  • Por que utilizar?
  • Normas regulamentadoras.
  • Normas vigentes;
  • EIATIA 568-C;
  • EIATIA 568-C.0;
  • EIATIA 568-C.1;
  • EIATIA 568-C.2;
  • EIATIA 568-C.3;
  • ABNT NBR 14565:2012;
  • Cabeamento estruturado – Subsistemas Parte I.
  • Subsistemas de um cabeamento estruturado;
  • Cabeamento horizontal (Horizontal Cabling);
  • Cabeamento primário (Backbone Cabling);
  • Área de trabalho (Work Area);
  • Sala de telecomunicações (Telecommunications Room);
  • Sala de equipamentos (Equipment Room);
  • Sala de entrada de telecomunicações (Entrance Facilities);
  • Cabeamento estruturado – Subsistemas Parte II.
  • Sala de entrada de telecomunicações;
  • O que é;
  • Equipamentos utilizados;
  • Requisitos;

Aula 09 – Cabeamento estruturado e seus subsistemas – Parte II.

  • Cabeamento estruturado – Subsistemas Parte III
  • .Sala de equipamentos;
  • O que é;
  • Equipamentos utilizados;
  • Requisitos;
  • Cabeamento estruturado – Subsistemas Parte IV.
  • Cabeamento Primário (Backbone);
  • O que é;
  • O que o cabeamento backbone inclui
  • Distâncias máximas admitidas;
  • Cabeamento estruturado – Subsistemas Parte V.
  • Sala de telecomunicações;
  • O que é;
  • Equipamentos utilizados;
  • Requisitos;

Aula 10 – Cabeamento estruturado e seus subsistemas – Parte III.

  • Cabeamento estruturado – Subsistemas Parte VI.
  • Cabeamento horizontal;
  • O que é;
  • O que o cabeamento horizontal inclui
  • Topologia empregada;
  • Distâncias máximas admitidas;
  • Exigências;
  • Cabeamento estruturado – Subsistemas Parte VII.
  • Área de trabalho;
  • O que é;
  • O que a área de trabalho inclui
  • Cabos empregados e distancias máximas admitidas;
  • Conexão cruzada e interconexão.
  • Interconexão;
  • Conexão Cruzada;
  • Dicas e recomendações finais.
  • Boas práticas;
  • Níveis hierárquicos;

Aula 11 – Padrões para caminhos e espaços em edifícios.

  • Norma EIA/TIA 569 – Parte I.
  • O que é?
  • Finalidade;
  • Escopo;
  • Norma EIA/TIA 569 – Parte II.
  • Rotas de cabeamentos;
  • Malha de piso;
  • Piso Elevado;
  • Leito para cabos e eletro-calhas;
  • Rotas de teto falso;
  • Rotas perimetrais;
  • Norma EIA/TIA 569 – Parte III
  • Normatização e seus subsistemas;
  • Regras para:
  • Entrada de serviços;
  • Sala de equipamentos;
  • Backbone;
  • Sala de telecomunicações;
  • Cabeamento horizontal;
  • Área de trabalho.
  • Norma EIA/TIA 606.
  • Identificação dos elementos da rede;
  • Identificadores;
  • Registros de cabos;
  • Registro de tomadas;
  • Registros de distribuidores;
  • Registros de encaminhamentos;

Aula 12 – Entendendo o funcionamento dos principais equipamentos de rede.

  • Equipamentos de rede – Parte I.
  • Entendendo o funcionamento de um switch;
  • Diferença entre Switch e Hub;
  • Switches gerenciáveis;
  • Switches não gerenciáveis;
  • Características funcionais;
  • Equipamentos de rede – Parte II.
  • Entendendo o funcionamento da placa de rede;
  • Placas 100Mbps;
  • Placas 1000Mbps (Gigabit);
  • Nomenclatura 10/100/1000;
  • Equipamentos de rede – Parte III.
  • Entendendo o funcionamento dos modens e roteadores;
  • O que são;
  • Função;
  • Diferenças entre eles;
  • Desafio VI – Escolhendo melhor equipamento para montagem da rede

Aula 13 – Projeto final.

  • Projetando uma rede – Parte I.
  • Projeto de rede;
  • Analise da planta;
  • Levantamento de pontos de rede;
  • Definição das salas de equipamentos e de telecomunicações;
  • Projetando uma rede – Parte II.
  • Projeto de rede;
  • Definição do Backbone;
  • Definição do cabeamento horizontal;
  • Levantamento dos equipamentos de rede necessários;
  • Projetando uma rede – Parte III.
  • Calculo do cabeamento;
  • Quantidade de cabos (em metros) necessários para a rede;
  • Crimpagem do backbone;
  • Desafio VII – Finalizando o trabalho com cabeamento.
O aluno finalizará o trabalho com cabeamento, ligando os switches da rede e criando as identificações.

Baixos índices de desistência

No sistema de turmas o aluno encontra pessoas de diversos níveis, ritmos e faixas etárias diferentes e quando um aluno não consegue acompanhar a turma ele fica desmotivado e acaba desistindo do curso. No nosso SISTEMA o método de ensino individual respeita o ritmo de aprendizado e assimilação de cada aluno. E assim ele pode apresentar o conteúdo das aulas quantas vezes forem necessárias não dependendo do professor. Se o aluno tiver alguma dúvida ele pode retornar sozinho ao ponto que não entendeu da aula interativa sem que o restante da classe tenha de esperar. Por isso, evitando assim uma situação de constrangimento. Venha fazer um curso de Redes – Cabeamento e Infraestrutura na Easycomp Mangueira.

Administração e Logística

Administração e Logística

Administração e Logística

Administração e Logística = O administrador atua no planejamento, na organização, na gestão e no controle das empresas, gerenciando aspectos financeiros, materiais e humanos, nos processos de tomada de decisão, proporciona a circulação de novas informações, apresentando soluções adequadas ao contexto organizacional, tem ainda como função fixar metas e objetivos, organizar e alocar recursos financeiros e tecnológicos, liderar pessoas e equipes, negociar, controlar e avaliar resultados, de acordo com o contexto sociopolítico em que atua.

Quais são as vantagens que o nosso método traz para o aluno?

1- Um só aluno por computador;
2- O aluno começa imediatamente o curso, sem turmas;
3- Grande flexibilidade de horário: é o aluno quem o faz;
4- Um aluno não depende do andamento dos outros alunos;
5- Ao faltar em uma aula, continua o curso a partir de onde tenha parado;
6- Se necessário, o aluno refaz uma atividade quantas vezes quiser;
7- Possui um professor particular, que é o MONITOR para tirar as dúvidas quando houver;
8- Não terá vergonha ou medo de perguntar, pois as dúvidas são resolvidas individualmente;
9- Qualquer aluno pode começar a qualquer momento, pois, no seu ritmo vai avançando no seu curso;
10- Fixação com desenvolvimento do raciocínio operatório;
11- O aspecto mais importante, é aprender fazendo, pois o resultado começa a ser sentido pelo próprio aluno imediatamente.

Baixos índices de desistência!!!

No sistema de turmas o aluno encontra pessoas de diversos níveis, ritmos e faixas etárias diferentes e quando um aluno não consegue acompanhar a turma ele fica desmotivado e acaba desistindo do curso. No nosso SISTEMA o método de ensino individual respeita o ritmo de aprendizado e assimilação de cada aluno, e assim ele pode apresentar o conteúdo das aulas quantas vezes forem necessárias não dependendo do professor. Se o aluno tiver alguma dúvida ele pode retornar sozinho ao ponto que não entendeu da aula interativa sem que o restante da classe tenha de esperar por isso, evitando assim uma situação de constrangimento.

Criatividade na Gestão de Empresas

Criatividade na Gestão de Empresas

Criatividade na Gestão de Empresas

Criatividade na Gestão de Empresas = Gerar idéias é melhorar a nossa qualidade de vida e nosso desempenho profissional. Mas para que essas coisas aconteçam, é preciso ser criativo.

E, neste caso, viver melhor significa conservarmos nossos empregos, aumentar nossos salários, manter uma vida sentimental plena, solucionar nossos problemas novos ou antigos com segurança e eficiência  e atender cada vez melhor nossos clientes.

Para as empresas, criatividade é garantia de desenvolvimento e de aumento da qualidade de seus produtos e serviços. Na maioria das vezes, nós mesmos bloqueamos nossa criatividade, porque somos inibidos, ou porque não nos achamos criativos.  Erro!

A criatividade é intrínseca ao ser humano, qualquer um pode participar deste processo, gerando idéias em todos os campos de atividades humanas.

Conteúdo Programático

  • A diferença
  • Criatividade
  • Criação
  • Ver e pensar
  • Criando hábitos
  • A balança
  • A zona de conforto
  • Como sair da zona de conforto
  • Por que sair da zona de conforto?
  • Definindo caminhos
  • Criatividade é privilégio de alguns?
  • Desinibição e autoconfiança
  • Crenças limitantes
  • Bloqueios à criatividade
  • Habilidades mentais e inteligência
  • Assuma posturas criativas
  • O primeiro passo
  • Produtos competitivos
  • Profissionalismo
  • Atualização
  • A gestão da criatividade nas mudanças
  • Mas por quer mudar?
  • A coragem da inovação
  • Segundo passo
  • Os irmãos coragem
  • A luta pelo mercado
  • O poder
  • O sucesso não é nada
  • O empresário inovador
  • Assumir riscos
  • Persistência
  • Liderança
  • Organização
  • Inovador
  • Jogo de cintura
  • Senso de oportunidade
  • Visão global da organização
  • Estar atualizado

Baixos índices de desistência

No sistema de turmas o aluno encontra pessoas de diversos níveis, ritmos e faixas etárias diferentes.
E quando um aluno não consegue acompanhar a turma ele fica desmotivado e acaba desistindo do curso. No nosso SISTEMA o método de ensino individual respeita o ritmo de aprendizado e assimilação de cada aluno. E assim ele pode apresentar o conteúdo das aulas quantas vezes forem necessárias não dependendo do professor. Se o aluno tiver alguma dúvida ele pode retornar sozinho ao ponto que não entendeu da aula interativa sem que o restante da classe tenha de esperar. Por isso, evitando assim uma situação de constrangimento.

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